Até que estava demorando para aparecer por aqui, com o selo Globo Filmes de qualidade (sic), o filme-paródia. “Totalmente Inocentes” está aí para preencher essa lacuna (não que tenha alguém sentindo falta desse tipo de filme), tomando como base “Cidade de Deus” e “Tropa de Elite” para tentar fazer humor. Mas só tentar, veja bem. Leia mais
CategoriaCríticas
É fácil imaginar uma reunião de produtores, quando resolveram fazer “Projeto Dinossauro”. Quase certeza que eles, depois de muito pensar e debater, chegaram à conclusão que deveriam fazer um filme com o modelo de “filmagens encontradas”, como “A Bruxa de Blair”. E foram descartando os motes: fora fantasmas (“Atividade Paranormal”); fora monstros gigantes (“Cloverfield – Monstro”); fora a Lua (“Apollo 18”); fora super-heróis (“Poder Sem Limites”); fora comédia adolescente (“Projeto X”). “Já sei!”, deve ter gritado um distraído estagiário: “que tal dinossauros… as pessoas adoram dinossauros!”. E assim surgiu “Projeto Dinossauro”. Leia mais
O 16.° presidente americano é uma figura mítica para seus compatriotas. Bastante alto, considerado um boxeador experiente, acostumado a trabalhos manuais e, ainda assim, um advogado talentoso, além de ter guiado os EUA pela guerra civil, garantindo a libertação da maior parte dos escravos. Por conta disso é que faz bastante sentido para um estadunidense um livro e filme chamado “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”. Mais sentido do que jamais fará um “Lula, Contra o Saci-Pererê” para qualquer brasileiro. Leia mais
Um dos escritores brasileiros mais festejados, Fernando Morais, ganha uma segunda adaptação de seus livros. E ainda não é “Chatô”. Quem dá sequência ao sucesso de “Olga” é “Corações Sujos”, que conta a história da Shindo Renmei, grupo japonês que, no interior do Brasil, se recusou a aceitar que o Japão foi derrotado na Segunda Guerra Mundial.
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Os road movies têm, em sua maioria, uma lógica muito simples. Existe um total de duas alternativas básicas para o roteiro: ou o personagem precisa ir para algum lugar (“Easy Rider”, “História Real”), ou fugir de algum lugar (“Na Estrada”, “Na Natureza Selvagem”). Mas todo road movie, no final, é sobre a estrada, e sobre o que os personagens aprendem sobre si mesmos enquanto estão nela. Daí a força do gênero que parece, com toda a sua simplicidade, não se esgotar nunca. Leia mais
O IMDb (Internet Movie Database, basicamente um catálogo gigante e em constante atualização de filmes) lista nada menos do que 11 produções baseadas em “Bel Ami”, o romance escrito por Guy de Maupassant em 1885. O duro comentário social, além do poder da sedução como arma política, continuaram (e continuam) relevantes ao longo do século 20. Daí vem tanta gente interessada em recontar a história. Leia mais
A verdade é que só vai dar para dizer se “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” está à altura de seu mito em alguns anos. As altas expectativas, a enxurrada de especulações e a quantidade absurda de textos e vídeos sobre o assunto publicados todos os dias na internet desde que a produção começou simplesmente não deixam que qualquer um de nós tenha algum tipo de distância crítica mínima. Leia mais
Entre 1997, lançamento de “Batman e Robin”, e o início dos anos 2000, muitas ideias para um novo “Batman” foram levantadas e acabaram caindo em esquecimento. Até que a Warner resolveu colocar à frente da produção um jovem diretor chamado Christopher Nolan, que havia chamado bastante atenção para si depois de ter filmado “Amnésia”, um dos grandes filmes dos anos 2000. Leia mais
Tim Burton não voltou para um terceiro filme. E, sem ele, mais ninguém de sua equipe. Então a Warner teve que começar do começo, chamando um diretor escolado: Joel Schumacher. Se você viveu nos anos 90, deve ter visto pelo menos um dos dois batfilmes dirigidos por ele. Então é difícil tratá-lo como uma escolha esperta, especialmente depois da trilogia do Nolan. Mas a verdade é que Schumacher era um diretor extremamente promissor, vindo de grandes sucessos de público e bilheteria, além de serem clássicos modernos, como “Linha Mortal” e “Um Dia de Fúria”. Isso fora o melhor filme de vampiro a figurar nas tardes da televisão aberta: “Os Garotos Perdidos”.
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Eram os últimos anos da década de 80 e tudo parecia convergir para um filme do Batman. Os quadrinhos já haviam reestabelecido o herói para públicos adultos (além da própria mídia já estar sendo melhor aceita pelos mais velhos, que é quem tinha dinheiro para consumir), e já haviam sido produzidos quatro filmes do Superman, estrelados por Christopher Reeves, todos com relativo sucesso de bilheteria. Leia mais
