Sabe aquele tipo de filme que promete muito, buscando construir uma cadeia de fatos e eventos que vão culminar em uma profunda quebra de expectativa? “Poder Paranormal” não é desses. Na verdade, “Poder Paranormal” tem um andamento tão descuidado e uma “surpresa final” tão safada, que até M. Night Shayamalan teria vergonha. E olha que Shayamalan já se colocou em um filme como o cara que salvaria o mundo através de uma obra de ficção. Leia mais
AutorLuiz Gustavo Vilela
Taí um filme que tinha tudo para dar certo. Um elenco com bons nomes da comédia americana, um diretor bem promissor e um argumento genérico, desenvolvido por bons roteiristas. Tudo essencial para esse tipo de filme. Mas o caldo desandou em algum ponto, entre o roteiro e a direção, que deixou a mistura um tanto indigesta. Leia mais
Até que estava demorando para aparecer por aqui, com o selo Globo Filmes de qualidade (sic), o filme-paródia. “Totalmente Inocentes” está aí para preencher essa lacuna (não que tenha alguém sentindo falta desse tipo de filme), tomando como base “Cidade de Deus” e “Tropa de Elite” para tentar fazer humor. Mas só tentar, veja bem. Leia mais
É fácil imaginar uma reunião de produtores, quando resolveram fazer “Projeto Dinossauro”. Quase certeza que eles, depois de muito pensar e debater, chegaram à conclusão que deveriam fazer um filme com o modelo de “filmagens encontradas”, como “A Bruxa de Blair”. E foram descartando os motes: fora fantasmas (“Atividade Paranormal”); fora monstros gigantes (“Cloverfield – Monstro”); fora a Lua (“Apollo 18”); fora super-heróis (“Poder Sem Limites”); fora comédia adolescente (“Projeto X”). “Já sei!”, deve ter gritado um distraído estagiário: “que tal dinossauros… as pessoas adoram dinossauros!”. E assim surgiu “Projeto Dinossauro”. Leia mais
O 16.° presidente americano é uma figura mítica para seus compatriotas. Bastante alto, considerado um boxeador experiente, acostumado a trabalhos manuais e, ainda assim, um advogado talentoso, além de ter guiado os EUA pela guerra civil, garantindo a libertação da maior parte dos escravos. Por conta disso é que faz bastante sentido para um estadunidense um livro e filme chamado “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”. Mais sentido do que jamais fará um “Lula, Contra o Saci-Pererê” para qualquer brasileiro. Leia mais
Um dos escritores brasileiros mais festejados, Fernando Morais, ganha uma segunda adaptação de seus livros. E ainda não é “Chatô”. Quem dá sequência ao sucesso de “Olga” é “Corações Sujos”, que conta a história da Shindo Renmei, grupo japonês que, no interior do Brasil, se recusou a aceitar que o Japão foi derrotado na Segunda Guerra Mundial.
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Aproveitando a estreia de “Corações Sujos” (confira a nossa resenha sobre o filme), seu mais recente trabalho, o diretor Vicente Amorim concedeu uma entrevista por e-mail para o Portal POP. Ele aborda questões como o trabalho de adaptação literária, ou como lidar com atores que falavam apenas japonês, além da Segunda Guerra Mundial como um tema que parece estar recorrente em seus trabalhos. Leia mais
Os road movies têm, em sua maioria, uma lógica muito simples. Existe um total de duas alternativas básicas para o roteiro: ou o personagem precisa ir para algum lugar (“Easy Rider”, “História Real”), ou fugir de algum lugar (“Na Estrada”, “Na Natureza Selvagem”). Mas todo road movie, no final, é sobre a estrada, e sobre o que os personagens aprendem sobre si mesmos enquanto estão nela. Daí a força do gênero que parece, com toda a sua simplicidade, não se esgotar nunca. Leia mais
O IMDb (Internet Movie Database, basicamente um catálogo gigante e em constante atualização de filmes) lista nada menos do que 11 produções baseadas em “Bel Ami”, o romance escrito por Guy de Maupassant em 1885. O duro comentário social, além do poder da sedução como arma política, continuaram (e continuam) relevantes ao longo do século 20. Daí vem tanta gente interessada em recontar a história. Leia mais
A verdade é que só vai dar para dizer se “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” está à altura de seu mito em alguns anos. As altas expectativas, a enxurrada de especulações e a quantidade absurda de textos e vídeos sobre o assunto publicados todos os dias na internet desde que a produção começou simplesmente não deixam que qualquer um de nós tenha algum tipo de distância crítica mínima. Leia mais
