Vivemos a era da insatisfação. Crescemos convictos de que merecemos mais, somos especiais, destinados a grandes feitos e realizações. E tanto o cinema hollywoodiano quanto nossas mães são igualmente culpados nisso. Mas a maioria de nós acaba em empregos mundanos, levando vidas ordinárias. É simplesmente impossível que todos sejamos astronautas, pilotos de corrida ou fotógrafos da “National Geografic”.